ESTUDO SOBRE A EVENTUAL AÇÃO DA ARTEMISININA NA INFECÇÃO EXPERIMENTAL DE CAMUNDONGOS PELO TOXOPLASMA GONDII 20 Abril 2018

estudo sobre a eventual aÇÃo da artemisinina na infecÇÃo experimental de camundongos pelo toxoplasma gondii

A Artemisina é um medicamento antimalárico que, conforme avaliações científicas e assistenciais que vêm tendo lugar nos últimos anos, representa recurso dotado de expressivo valor.

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PRODUÇÃO DE ARTEMISININA POR ARTEMISIA ANNUA L. SOB INFLUÊNCIA DE MICORRIZA ARBUSCULAR 12 Abril 2018

ProduÇÃo de artemisinina por artemisia annua l. sob influÊncia de micorriza arbuscular

A artemisinina, uma lactona sesquiterpênica oriunda do metabólito secundário da planta, e que é empregada na cura da malária, doença que representa um problema de saúde de ordem mundial, pois atinge cerca de 2,7 milhões de pessoas por ano e atualmente 40% da população situa-se em área de risco de contração da doença. Tentativas de diminuir o efeito devastador da malária têm se deparado com muitos obstáculos, principalmente com a resistência dos parasitas às drogas tradicionais, assim como com a falta de um adequado e efetivo antimalárico que seja de fácil acesso, seguro e economicamente viável. O tratamento da malária com Artemisia annua, além de apresentar vantagens econômicas, demonstra ter baixa toxicidade e não causar efeitos colaterais, ao contrário do que acontece com medicamentos sintéticos e tradicionais.

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Dosagem de artemisinina em Artemisia annua L. por cromatografia líquida de alta eficiência com detecção por índice de refração 12 Abril 2018

Dosagem de artemisinina em artemisia annua l. por cromatografia líquida de alta eficiência com detecção por índice de refração

A malária é a mais importante doença parasitária tropical. Até o momento, a melhor alternativa para o tratamento da malária, causada pelo P. falciparum, é a utilização dos derivados semi-sintéticos da artemisinina, uma lactona sesquiterpênica isolada das folhas de Artemisia annua L., que contém em sua estrutura uma função endoperóxido, a qual é atribuída sua potente atividade antimalárica.

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EFEITOS DA ARTEMISININA (Artemisia annua L.) NA GESTAÇÃO DE RATAS WISTAR 12 Abril 2018

Efeitos da artemisinina (artemisia annua l.) na gestaÇÃo de ratas wistar

A malária é uma doença infecciosa, com maior incidência nos países tropicais, causada pelo protozoário Plasmodium e transmitida pela picada da fêmea do mosquito Anopheles. Hoje a malária é reconhecida como um grave problema mundial, estimando-se que grande parte da população esteja exposta ao risco de contrair a doença. A malária na gravidez é relacionada com significante mortalidade e morbidade para a mãe e para o feto, constituindo um grande problema de saúde pública. A artemisinina e seus derivados são de grande importância no tratamento da malária resistente à maioria dos outros antimaláricos. No entanto, devido à possibilidade de reabsorção e anormalidades observadas em estudos de reprodução em animais, o tratamento com derivados da artemisinina não é recomendado durante a gravidez, principalmente no primeiro trimestre.
A administração oral de artemisinina pode afetar o desenvolvimento pós-implante de embriões e fetos, sendo um risco para a normalidade da gestação e desenvolvimento da prole.

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COMO USAR AS FOLHAS DE GRAVIOLA PARA COMBATER O CÂNCER, DIABETES E MAIS DE UMA DEZENA DE DOENÇAS! 04 Abril 2017

Como usar as folhas de graviola para combater o cÂncer, diabetes e mais de uma dezena de doenÇas!

Você tem um pé de graviola (Annona muricata) no quintal ou no sítio/chácara? Veja mais:

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Nossos parabéns!

Você tem um tesouro!

Esse pé de graviola pode curar seus parentes ou amigos de várias doenças, inclusive câncer.

O que torna a graviola uma planta tão especial?

Pesquisadores dos Estados Unidos e de outros países descobriram que a folha da graviola contém substâncias medicinais chamadas acetogeninas, que curam muitos tipos de câncer.

Um preparado com folhas de graviola, dentro de um tubo de ensaio, eliminou células cancerosas muito mais rápido que o melhor e mais caro remédio usado nos hospitais.

Os americanos já estão convencidos do poder da graviola.

Tanto que muitas empresas dos Estados Unidos estão investindo forte nessa planta/fruta.

Uma delas é a Raintree, a maior distribuidora de graviola e outras plantas medicinais da Amazônia, enviando-as de lá para todo o mundo.

A Raintree importa cerca de 400 toneladas de plantas do Brasil, Peru e Equador.

À frente dessa operação está Leslie Taylor, uma texana que aos 24 anos descobriu ter uma forma rara de leucemia e conseguiu se curar com um tratamento à base das folhas de graviola.

Para quem está em busca da cura do câncer ou de outra enfermidade, uma das melhores formas de aproveitar o potencial da graviola é tomar o suco de suas folhas.

A receita é muito simples: você vai bater em 1 litro de água pura (filtrada) 5 folhas frescas de graviola.

Vai coar e tomar esse suco ao longo do dia.

Logo de início, você vai sentir o poder desintoxicante da graviola, pois vai eliminar bastante catarro.

Tome o suco até conseguir a cura desejada.

É claro que você não deve abandonar o tratamento prescrito pelo seu médico.

Aliás, nunca abandone o tratamento do médico.

Por isso é muito importante encontrar um bom profissional em quem você possa confiar totalmente.

Voltando ao suco, o bom desse tratamento é que ele não causa efeitos colaterais. <

O único sintoma relatado por quem tomou foi a eliminação de muco/catarro.

Mas isso é o resultado da limpeza que o suco de folhas de graviola faz no organismo.

Além de câncer, este suco é indicado para o tratamento de diversas doenças, como artrite, diabetes e depressão.

Ele também é ótimo para eliminar vermes e estimular a imunidade. graviola_-folhas-_novo

Se você preferir, em vez do suco, pode consumir o chá das folhas, que também é muito poderoso:

INGREDIENTES

8 folhas secas de graviola

1 litro de água

MODO DE PREPARO

Ferva a água.

Desligue o fogo e coloque as folhas de graviola na água fervida.

Espere 15 minutos.

Coe o chá e já pode consumi-lo.

Tome 3 xícaras por dia.

Por precaução, grávidas não devem tomar este chá (nem o suco).

Ah, tem mais uma informação importante: pelo que indicam as pesquisas, a graviola tem apenas uma contraindicação – o mal de Parkinson.

Isso porque um estudo feito em regiões do Caribe constatou que os habitantes dessas localidades que consumiam muita graviola tinham maiores chances de desenvolver mal de Parkinson.

Mas, pelo que sugere o estudo, esse risco só existe quando o consumo é muito grande.

E mais uma vez ressaltamos: antes de qualquer tratamento, mesmo os naturais, consulte seu médico.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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03 Maio 2016

Estudo do potencial antioxidante em amostras de farinha de resíduos de processamento de acerola, tangerina e graviola.

Compostos antioxidantes são importantes na prevenção do desencadeamento das reações oxidativas, Os resíduos foram cedidos por indústrias produtoras de polpa congelada de frutas, estes foram assim, objetivo do presente trabalho foi quantificar o total de compostos fenólicos e de carotenoides, assim como avaliar o potencial antioxidante em amostras de farinha de Acerola, Graviola e Tangerina. Verificou-se a atividade antioxidante variou entre 78,85 μg/g (tangerina) e 310,77 μg/g (graviola). Os teores de fenóis totais variaram entre 13,23 mg/100g (acerola) e 21,44 mg/100g (manga) já os teores de Carotenoides variam entre 0,4mg/100g (Acerola) e 0,1mg/100g (tangerina), em ambos os casos são valores baixos se comparados aos encontrados que a literatura para outras frutas.

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13 Abril 2016

Efeito modulador da polpa da graviola (annona muricata) sobre a carcinogenicidade da mitomicina c, avaliado por meio do teste para detecção de clones de tumor (warts) em drosophila melanogaster

Há sempre a busca de novos tratamentos e de novas substâncias que auxiliem no tratamento do câncer. Este trabalho visa analisar o efeito anticarcinogênico da polpa da graviola (Annona muricata), por meio do teste para detecção de clones de tumor (warts) em Drosophila melanogaster. Os resultados mostraram que a graviola apresenta atividade anticarcinogênica, visto que houve diferença, estatisticamente significativa, na frequência de tumores verificados com a presença do extrato de graviola (nas concentrações de 50 e 100%), em relação à frequência de tumores verificados no controle positivo. Porém, ficou demonstrado que o extrato aquoso da polpa da graviola apresentou atividade tumoral, nas concentrações de 25 e 50%, em Drosophila melanogaster. A presença conhecida de acetogeninas no fruto induziu, provavelmente, uma atividade genotóxica com consequente indução de tumor. O não‐aparecimento de tumores, na concentração de 100% do extrato aquoso das folhas de graviola, pode estar relacionado, provavelmente, com a alta concentração de acetogeninas e o efeito citotóxico. Na mais alta concentração, graviola (100%), os erros induzidos são tão grosseiros que é desencadeada a via de apoptose. Conclui‐se que a graviola, por apresentar alta citotoxicidade, não deve ser usada como preventivo para o câncer. No entanto, caso a doença já esteja estabelecida, a graviola poderá ser utilizada no tratamento, visto que diminui a frequência de tumores no organismo, como avaliado neste trabalho.

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02 Março 2016

Anonáceas: pinha, atemoia e graviola

O cultivo de anonáceas, como a pinha, a atemoia e a graviola, é uma alternativa rentável de produção de frutas, principalmente para regiões de clima tropical e subtropical. As mudas de pinha podem ser produzidas por sementes, enquanto as de atemoia e as de graviola devem ser propagadas por enxertia. As anonáceas são muito exigentes em nutrição e, neste sentido, torna-se imprescindível a análise regular do solo e da folha para recomendação da adubação. A poda regular permite a condução das plantas com o maior número de ramos, que suportem maior quantidade de frutos de qualidade comercial, além de possibilitar a produção de duas safras de uma mesma planta por ano nas condições irrigadas do Semiárido brasileiro. As flores das anonáceas apresentam dicogamia protogínica e devem ser polinizadas artificialmente com o uso de pincel ou bombinha polinizadora. As principais pragas são as brocas do fruto, da semente e do tronco, enquanto a antracnose tem causado os maiores prejuízos dentre as doenças. Os frutos são climatéricos, com tendência para consumo in natura da pinha e da atemoia, pelo excelente sabor, enquanto a graviola tende a ser mais utilizada na industrialização, pelo excelente rendimento de polpa e maior acidez.

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19 Fevereiro 2016

Plantas medicinais na amazônia e mata atlântica

Aliar o conhecimento popular ao científico em busca de novos medicamentos farmacoterápicos e fitoterápicos é um dos principais caminhos para o sucesso de pesquisas na área de plantas medicinais. Isso é benéfico para as famílias que habitam os ecossistemas florestais, que podem obter dos recursos naturais e da sua conservação seu desenvolvimento sustentado, e para a população em geral, pelo acesso a novos e eficazes remédios.

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Graviola 19 Fevereiro 2016

Graviola

Outros nomes: araticum-do-grande, guanabano, coração-da-rainha, condessa, jaca-do-pará, jaca-de-pobre, araticum, fruta-do-conde, pinha, cabeça-de-negro, ata; soursop (inglês); guanábana (espanhol), malabar catmint (inglês), sprikkaa (ayurveda), Irattaipeyameratti (Siddha/Tamil).

Nome Científico: Annona muricata L.

Família: Annonaceae.

Nomes Botânicos: Annona bonplandiana Kunth, Annona cerarensis Barb. Rodr., Annona macrocarpa Wercklé, Annona muricata var. borinquensis Morales, Guanabanus muricatus M. Gómez.

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18 Fevereiro 2016

Frutas exóticas: graviola possui amplas propriedades antioxidantes

Segundo a nutricionista da Ceasa Campinas, Keila da Silva Queiroz, a fruta é fonte de fibra, vitamina C, vitamina A, taninos, cálcio, fósforo e potássio. “Estudos dermatológicos sugerem que este fruto pode promover benefício para a pele, por ser rico em vitamina C. Esta vitamina tem ação antioxidante que ajuda na eliminação de toxinas, resultando numa pele macia e suave”, comentou.

Outros compostos antioxidantes como polifenóis, saponinas e flavonoides também exercem ação anti-inflamatória. Estes antioxidantes inibem os danos dos radicais livres e previnem os primeiros sinais de envelhecimento.

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SUCO DE FOLHAS DE GRAVIOLA DESINTOXICA E AJUDA A COMBATER CÂNCER 18 Fevereiro 2016

Suco de folhas de graviola desintoxica e ajuda a combater cÂncer

Você tem um pé de graviola (Annona muricata) no quintal ou no sítio/chácara? Nossos parabéns! Você tem um tesouro! Esse pé de graviola pode curar seus parentes ou amigos de várias doenças, inclusive câncer.

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Graviola (GUANABANA) e o câncer de pâncreas! 18 Fevereiro 2016

Graviola (guanabana) e o câncer de pâncreas!

O fruto da árvore Graviola ou Graviola (NOTA: não confunda com Cherimoya) é um produto milagroso para matar as células cancerosas. É mais potente do que 10,000 quimioterapia. Por que não está ciente disso? Porque há organizações interessadas em encontrar uma versão sintética, que lhes permite obter lucros fabulosos. Assim, a partir de agora você pode ajudar um amigo em necessidade, deixando-o saber que você deve beber suco de graviola para prevenir a doença. O seu sabor é agradável. E, claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia. E se você tiver a chance de fazer, plantar uma árvore em seu quintal de goiaba. Todas as partes são úteis.

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Chá de graviola e seus benefícios fitoterápicos 18 Fevereiro 2016

Chá de graviola e seus benefícios fitoterápicos

Recorrer aos chás para tratar a nossa saúde é um recurso milenar e a cada dia vai ganhando mais espaço na vida das pessoas. E neste lindo conhecimento existem muitas plantas que podem nos auxiliar em determinados tratamentos. Uma delas é a folha da Graviola. Originária das Antilhas, mas se deu muito bem no solo norte/nordestino do Brasil e em outros países tropicais.

Uma excelente fonte de vitaminas e minerais, em seus benefícios inclui: prevenção contra problemas do estômago, vermes diminui a insônia, auxilia nos tratamentos da diabetes, gripes e resfriados.

Muito rica em carboidratos e fibras alimentares como a vitamina B e vitamina C., além disso, é uma excelente fonte mineral tais como: Magnésio, cálcio, potássio, fósforo e sódio.

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Pinha, graviola e articum ajudam na pressão arterial (com vídeo) 18 Fevereiro 2016

Pinha, graviola e articum ajudam na pressão arterial (com vídeo)

A graviola tem a casca lisa, porém com alguns espinhos aparentes. Em relação à pinha, o formato é maior e os gomos são mais difíceis de ser retirados. No gosto, ela é levemente ácida. De acordo com Karin, essa fruta é encontrada, mais facilmente, em forma de polpa. Karin conta que a graviola, cultivada no Nordeste, tem sido a fruta mais estudada atualmente, pela presença de acetogenina. Essa substância mostrou-se ser eficaz para inibir as células cancerígenas. “Mas muito estudo ainda deve ser feito para que essa resposta seja conclusiva”, comenta. A graviola também é rica em saponinas, flavonoides e polipoides. Segundo a nutricionista, essas substâncias protegem o organismo tanto de inflamações quanto do envelhecimento precoce. Ela também tem boa indicação para casos de diarreia e para diminuir as acnes e os furúnculos, em razão da ação anti-inflamatória.

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Produção de energia nas células 18 Fevereiro 2016

Produção de energia nas células

O ATP ATP é a sigla para a Adenosina Tri-Fosfato, que nos livros em português vira Tri Fosfato de Adenosina, mas todo mundo só chama de ATP. Essa molécula foi a engenhosa solução achada pela natureza e pela evolução para compor um sistema simples, rápido e robusto de trocar energia. Em qualquer situação prática, trocas de energia precisam ser feitas de forma organizada para evitar perdas. Para isso, usamos pilhas, baterias, caixas dágua, represas, fios elétricos, enfim, um monte de esquemas para organizar a produção e o transporte da energia da fonte de geração ao consumidor. Nas células, esse gerenciamento é feito com o uso do ATP.

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Avaliação da atividade citotóxica das sementes de Annona cornifolia A. St.-Hil. (Annonaceae) 18 Fevereiro 2016

Avaliação da atividade citotóxica das sementes de annona cornifolia a. st.-hil. (annonaceae)

RESUMO

Na família Annonaceae, especialmente o gênero Annona é muito apreciado por fornecer frutos comestíveis. Espécies desse gênero são utilizadas na medicina popular contra diabetes, malária e infecções. Muitas dessas atividades biológicas têm sido relacionadas às acetogeninas de anonáceas. O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade citotóxica dos grupos e de uma acetogenina pura (cornifolina) obtidos a partir do extrato etanólico das sementes de Annona cornifolia A. St.-Hil. (Annonaceae). Esta atividade foi avaliada pelo ensaio colorimétrico MTT. Cornifolina (1), a única substância pura testada, apresentou citotoxicidade positiva sobre todas as linhagens tumorais avaliadas. Os grupos testados, todos caracterizados por espectroscopia no infravermelho (IV), apresentaram 68,7% dos valores de CI50 menores que 20,0 µg mL-1, sendo também considerados citotóxicos. As amostras testadas foram mais ativas que o taxol sobre melanoma humano (MeWo) e, ainda, o grupo G10-5 apresentou melhor atividade sobre fibroblasto tumorigênico de camundongo (L929). Além disso, os grupos mostraram menor citotoxidade do que o taxol sobre a linhagem normal (CHO).

Palavras-chave: Annona cornifolia, atividade citotóxica, cornifolina, MTT

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18 Fevereiro 2016

Graviola x câncer - resumos de estudos clínicos

J Nat Prod 2002 Apr;65(4):470-5 Nova citotoxicidade das acetogeninas Annonaceous monotetrahidrofurânicas da Annona muricata. Liaw, C. C., et al. Três novas acetogeninas annonaceous monotetrahidrofurânicas , muricina H (1), muricina I (2), e cis-anomontacina (3), dentre cinco acetogeninas conhecidas, anonacina, anonacinona, anomontacina, murisolina, e xilomaticina, foram isoladas da semente da Annona muricata. Adicionalmente, duas novas acetogeninas annonaceous monotetrahidrofurânicas ,cis-corosolona (4) e anocatalina (5), juntamente com quatro conhecidas, anonacina, anonacinona, solamina, e corossolona, foram isoladas das folhas destas espécies. As estruturas de todos os novos isolados , foram elucidadas e caracterizadas por métodos espectrais e químicos. Estas novas acetogeninas demonstraram uma significante atividade citotóxica in vitro garantida contra tipos celulares de hepatoma humano, Hep G(2) e 2,2,15. Cinco componentes mostraram uma alta seletividade através do tipo celular Hep 2,2,15.

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18 Fevereiro 2016

Mecanismo de inibiÇÃo de atp seletivo

Em 1997, a Universidade de Purdue em Indiana EUA, publicou informações com promissoras novidades sobre as acetogeninas Annonaceous " . . . não somente são eficazes anti tumorais contra tumores que desenvolveram resistência aos agentes anti câncer, mas também parecem possuir uma afinidade especial para tais células resistentes. Em várias entrevistas após a publicação desta informação, o chefe da Farmacologia de Purdue na pesquisa , explicou como funciona. De acordo com sua explicação, as células cancerígenas que sobrevivem à quimioterapia podem desenvolver uma resistência ao agente originalmente usado como à outras drogas desconhecidas. Este fenômeno é chamado de resistência à múltiplas drogas (RMD). Uma das alternativas pelas quais as células cancerígenas desenvolvem resistência à quimioterapia, é através da criação de uma bomba de refluxo intercelular chamada de bomba mediadora de glicoproteína-P. Esses tipos de bomba são capazes de empurrar os agentes anticâncer para fora da célula, antes de matá-la. Em média, apenas 2 % das células cancerígenas em qualquer pessoa pode desenvolver este tipo de bomba. Mas são estes 2% que eventualmente crescem e se expandem para criar os tumores resistentes a múltiplas drogas. Algumas das pesquisas com acetogeninas mostraram que elas foram capazes de expulsar estes complexos, e até mesmo matar tumores RMD (tumores resistentes à múltiplas drogas). Pesquisadores de Purdue reportaram que as acetogeninas preferencialmente matam células cancerígenas resistentes a múltiplas drogas, bloqueando a transferência de ATP- a mais importante fonte de energia celular- em seu interior. Uma célula tumoral necessita de energia para crescer e se reproduzir, além de manter a capacidade da bomba de expulsar os agentes que atacam estas células tumorais. Ao inibir a energia da célula , o fluxo da mesma para a bomba é interrompido e portanto, quando as acetogeninas bloqueiam o ATP da célula tumoral o tempo todo, a célula fica sem energia suficiente para a manutenção de todos os processos e morre. As células normais também desenvolvem esse tipo de bomba; porém, elas não requerem grandes quantidades de energia para seu funcionamento e geralmente não são afetadas pelos inibidores de ATP. Pesquisadores de Purdue reportaram que 14 acetogeninas diferentes testadas, demonstraram potentes propriedades bloqueadoras de ATP ( muitas encontradas somente na graviola). Eles também reportaram que 13 destas 14 acetogeninas testadas, foram mais potentes contra células RMD de câncer de mama em comparação a todas as três drogas utilizadas como padrão de controle(adriamicina, vincristina,e vimblastina).

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 Graviola 09 Outubro 2014

graviola

A graviola possui alto teor de ferro, cálcio, potássio, fósforo e carboidratos

A graviola é uma fruta originária da América Central, pertencente ao gênero Annona, no entanto cultivada no Brasil, onde é muito apreciada, sendo também encontrada na África e Ásia.

Uma gravioleira (angiosperma) possui porte arbóreo atingindo cerca de 4 a 6 metros de altura, adaptando-se principalmente em regiões de clima tropical e subtropical, onde desenvolve frutos com peso variando entre 2 a 6 quilogramas, podendo atingir até 8 kg.

Superficialmente, o fruto é envolvido por um tegumento verde, possuindo pequenas projeções espinescentes. Seu interior apresenta uma polpa (correspondendo a 65% da massa) contendo favos pouco distinguíveis, com sabor agridoce, textura macia e um grande número de sementes. É empregado industrialmente na fabricação de sucos, sorvetes e doces.

Além de ser uma excelente fonte de vitamina C e do complexo B, também possui alto teor de ferro, cálcio, potássio, fósforo e carboidratos.

Estudos recentes revelam o seu alto potencial terapêutico, provocando variados efeitos no organismo: efeito antidiurético, antiinflamatório, anti-reumático, antiespasmódico, anticancerígeno.

Por Krukemberghe Fonseca Graduado em Biologia Equipe Brasil Escola

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